A alta carga tributária brasileira é um dos principais motivos que afetam a competitividade das empresas nacionais no exterior. Isso é o que revela uma pesquisa da Confederação Nacional das Indústrias (CNI) realizada entre 2001 e 2007, período em que ainda vigorava a Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF) e o dólar era cotado a menos de R$ 2. Nesse cenário, os entrevistados consideraram como o principal obstáculo para o crescimento das exportações a taxa de câmbio, seguido dos custos portuários e aeroportuários. Os custos tributários e a dificuldade de ressarcimento de créditos ocuparam a quinta colocação como maior entrave às exportações.
A pesquisa indica, ainda, que apesar de a legislação tributária brasileira procurar desonerar as exportações, 73% das empresas consultadas alegam que os tributos afetam negativamente a competitividade externa dos produtos brasileiros. Segundo o estudo, as ferramentas de desoneração do País "não são eficientes em seu propósito por terem mecanismos de desoneração complexos e demorados, que criam custos adicionais às empresas".
Entre os tributos que mais afetam a competitividade estavam a extinta Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF), o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) e o Programa de Integração Social (PIS) e a Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins). Outros impostos foram apontados na pesquisa como o sobre produtos industrializados (IPI) e a Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL). (Gazeta Mercantil/Caderno A - Pág. 11, 10/12/2008)(Andrezza Queiroga)
A pesquisa indica, ainda, que apesar de a legislação tributária brasileira procurar desonerar as exportações, 73% das empresas consultadas alegam que os tributos afetam negativamente a competitividade externa dos produtos brasileiros. Segundo o estudo, as ferramentas de desoneração do País "não são eficientes em seu propósito por terem mecanismos de desoneração complexos e demorados, que criam custos adicionais às empresas".
Entre os tributos que mais afetam a competitividade estavam a extinta Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF), o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) e o Programa de Integração Social (PIS) e a Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins). Outros impostos foram apontados na pesquisa como o sobre produtos industrializados (IPI) e a Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL). (Gazeta Mercantil/Caderno A - Pág. 11, 10/12/2008)(Andrezza Queiroga)
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